O comércio em Curitiba e região vem sofrendo com a queda no número de pessoas comprando, o que também acaba prejudicando o movimento nestas lojas.

De acordo com o comunicado da ACP (Associação Comercial do Paraná), feito pelo presidente da mesma, Camilo Turmina, a recomendação é que os comerciantes, na medida do possível, flexibilizem o horário de funcionamento de seus estabelecimentos como forma de diminuir o fluxo de usuários nos horários de pico do transporte coletivo. Lojas podem ser abertas, por exemplo, às 10h, podendo variar horário de fechamento entre 18h e 20h. Desta forma, terminais e ônibus terão significativa redução de movimento entre 7h e 9h e entre 18h e 19h, o que facilitará o cumprimento das orientações para que se observe uma distância segura entre as pessoas. 

Segundo Turmina, a queda acentuada no comércio já chegou a 20% por causa da pandemia.

Alguns shoppings já anunciaram que vão reduzir seus horários de expediente e tomar todas as medidas recomendadas pelas autoridades de saúde e pela Prefeitura Municipal de Curitiba contra o coronavírus, como, por exemplo, aumentar a frequência e a intensidade dos serviços de limpeza, concentrando maior atenção em áreas de alto fluxo de pessoas, como banheiros, áreas de lazer, de alimentação e elevadores. Além de realizar a instalação de novos displays com álcool em gel 70% e a orientação dos clientes quanto às medidas preventivas.

A prevenção nos Banco também são grandes. Segundo pessoas que foram ao banco hoje, a entrada era permitida apenas 5 pessoas por vez, indiferente se for falar com o gerente, fazer pagamento nos caixas físico ou eletrônico. O que diferiu foi a ausência de idosos, pois a recomendação é para eles permanecerem em casa principalmente por serem o grupo de maior risco.

Quem também está enfrentando dificuldades são os restaurantes e comércio alimentícios, pois com a queda e o risco muitos estabelecimentos estão tomando prevenções, como deixar os talheres e pratos embalados para evitar a contaminação, mas mesmo assim alguns já correm o risco de fechar as portas temporariamente.

O único setor que tem picos de movimento é o dos mercados que por vezes estão vazios e em outro momentos ficam super lotados de pessoas em busca de alimentos para estoque, algo que tanto prefeituras e governos (estadual e federal) já declararam desnecessário, mesmo assim as pessoas tem esvaziados as gondolas de produtos de higiene e alimentos básicos.